A oferta de produtos industrializados e a falta de
tempo têm sua parcela de responsabilidade no aumento da silhueta dos jovens.
“Os nossos hábitos alimentares, de modo geral, mudaram muito”, observa Vivian
Ellinger, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
(SBEM), no Rio de Janeiro. Pesquisas mostram que, aqui no Brasil, estamos
exagerando no sal e no açúcar, além de tomar pouco leite e comer menos frutas e
feijão.
Outro pecado, velho conhecido de quem exibe excesso de
gordura por causa da gula, surge como marca da nova geração: a preguiça, “Cem
por cento das meninas que participam do Programa não praticavam nenhum
esporte”, revela a psicóloga Cristina Freire, que monitora o desenvolvimento emocional
das voluntárias.